quarta-feira, 10 de junho de 2026

Governo de Santa Catarina aciona a Justiça após União não viabilizar transporte especializado para trazer Luís Felipe Benke de volta ao Brasil

 Governo de Santa Catarina aciona a Justiça após União não viabilizar transporte especializado para trazer Luís Felipe Benke de volta ao Brasil.


Lisboa – O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é alvo de duras críticas após ignorar solicitação de ajuda humanitária para repatriar Luís Felipe Benke dos Santos, menino de 8 anos em estágio terminal de câncer, internado em Lisboa, Portugal. Apesar do apelo urgente do governo de Santa Catarina, o Palácio do Planalto e o Ministério da Defesa não mobilizaram voo da Força Aérea Brasileira (FAB) para trazer a criança de volta ao país.


Luís Benke viajou a Portugal para realizar o sonho de conhecer o país e reencontrar a irmã, mas seu quadro de Sarcoma de Ewing agravou-se gravemente, com metástases espalhadas. Médicos locais afirmam que ele não tem condições de retornar em voo comercial regular, exigindo transporte sanitário especializado. A família, desesperada, contava com a estrutura da FAB, frequentemente usada em situações de emergência humanitária.


O governo catarinense, sob gestão de Jorginho Mello, enviou pedido formal ao governo federal solicitando o apoio logístico. Sem resposta efetiva, o Estado de Santa Catarina decidiu acionar a Justiça para obrigar a União a providenciar o resgate. A demora do governo Lula tem gerado revolta e comoção nas redes sociais e na imprensa catarinense, que classificam a inação como insensibilidade diante do sofrimento de uma criança.


Especialistas em saúde e direito humanitário questionam a lentidão da administração federal, especialmente em um caso de tamanha gravidade. O tratamento no Brasil seria paliativo, mas a família deseja que o menino passe seus últimos dias próximo de casa e de entes queridos em Balneário Camboriú. Até o momento, o governo Lula não apresentou justificativa clara para a demora nem garantiu prazo para a operação.


O caso expõe mais uma vez a burocracia e a falta de agilidade do Executivo federal em demandas humanitárias simples, mesmo quando envolve recursos públicos já disponíveis, como aviões da FAB. Familiares e autoridades catarinenses seguem pressionando por uma solução imediata, enquanto o relógio corre contra a vida do menino de 8 anos.



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