Na gestão de João Campos (PSB), a Educação do Recife virou sinônimo de descontrole e prejuízo ao erário.
Uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) revelou grave esquema de irregularidades em contratos da Secretaria de Educação entre 2022 e 2025, com indícios claros de superfaturamento, pagamentos por serviços não executados, duplicidades e antecipações indevidas que somam prejuízo estimado em mais de R$ 16 milhões aos cofres do povo, recursos que deveriam ir para escolas e alunos, mas acabaram inflando lucros de consórcios como o Sienergy.
Enquanto o então prefeito, hoje pré-candidato ao Governo de Pernambuco, posa de gestor moderno e “inovador”, a auditoria expõe o descaso com o dinheiro dos pagadores de impostos: superfaturamento de até 102% em itens como placas de energia fotovoltaica, obras malfeitas e contratos que desrespeitam cláusulas básicas.
Isso não é mero “erro administrativo”, mas um padrão preocupante de irresponsabilidade que prejudica diretamente a qualidade da educação na capital pernambucana e levanta sérias dúvidas sobre a transparência e a competência real da administração Campos.
O TCE deu o recado: é hora de prestar contas.

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