A prisão do vereador, que faz parte de um quadro histórico do PT e fundador da empresa de ônibus Transunião, colocou o partido no debate político da infiltração do crime organizado.
A execução de seu braço direito há seis anos, segundo a polícia, teria acontecido com a conivência do vereador, que sempre negou envolvimento. A trajetória de Senival Moura envolveria desde a sentença de morte à posição de controlador de uma empresa a serviço do PCC, que movimentou mais de R$ 300 milhões em contratos públicos em 2025. Esse foi o fio de uma investigação sobre a infiltração do crime organizado no transporte coletivo da maior cidade do país e de relações com membros de partidos políticos.
“Não é uma novidade as organizações criminosas se aproximando e se infiltrando em todos os setores da economia, do mercado e da política. Estamos pouco ou quase nada preparados para combater à altura”, alerta o sociólogo, especialista em segurança pública, Marcelo Almeida.

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