NÃO PRECISA DE PREVISÃO POIS A POPULAÇÃO BRASILEIRA "ACORDOU" E NÃO QUER CORRUPTO NO COMANDO DO BRASIL
Carlinhos Vidente voltou a fazer previsões sobre o cenário político brasileiro e afirmou acreditar que novos acontecimentos poderão movimentar o país nas semanas que antecedem a eleição presidencial.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Carlinhos afirmou que Jair Bolsonaro deixará a prisão, assim como pessoas presas em decorrência dos atos de 8 de janeiro. Ele não apresentou elementos concretos que sustentem essa previsão. A situação jurídica de Bolsonaro depende de decisões judiciais, e não há relação factual entre uma previsão de vidência e eventual mudança de sua situação.
Carlinhos também voltou a fazer uma previsão sobre a disputa presidencial. “Lula não ganha a eleição. Quem está falando é Carlinhos Vidente”, declarou. A afirmação representa exclusivamente a previsão feita por ele e não deve ser interpretada como projeção eleitoral.
Outro ponto que chamou atenção foi a menção ao filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Carlinhos afirmou que acredita que “tem mais bomba explodindo” envolvendo o empresário, mas não apresentou informação, documento ou evidência sobre qual seria o suposto novo episódio.
A declaração ocorre em um momento no qual Lulinha já aparece em investigações da Polícia Federal. Atualmente, há inquéritos que apuram suspeitas de corrupção e tráfico de influência envolvendo o empresário e outras pessoas. A defesa de Lulinha nega irregularidades e questiona elementos das investigações.
As apurações existentes, entretanto, não confirmam a previsão de Carlinhos de que uma nova “bomba” esteja prestes a surgir. Inclusive, um relatório de inteligência da própria PF tornado público neste mês apontou fragilidade ou falta de lastro probatório em determinadas imputações produzidas contra Lulinha, evidenciando que as diferentes linhas de investigação ainda precisam ser esclarecidas.
O presidente Lula, ao ser questionado anteriormente sobre as investigações, classificou as acusações contra o filho como “ilações”, afirmou acreditar em sua inocência e disse que o governo não interferiria para impedir investigações.


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