quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

A Polícia Civil deflagrou, nas primeiras horas desta quarta-feira (28), a Operação Securitas, um duro golpe contra uma organização criminosa que misturava política, armas e intimidação

 A Polícia Civil deflagrou, nas primeiras horas desta quarta-feira (28), a Operação Securitas, um duro golpe contra uma organização criminosa que misturava política, armas e intimidação. O balanço parcial é explosivo: o prefeito de Ielmo Marinho foi preso em flagrante após uma tentativa desesperada de ocultar provas, arremessando dinheiro e um aparelho celular para fora de sua residência com a chegada dos agentes.


A investigação, que corre desde 2023, revela um roteiro sombrio. O grupo é suspeito de estruturar uma milícia privada para silenciar opositores políticos. O braço armado da organização contava, inclusive, com um policial militar e parlamentares, unindo o poder administrativo à força bruta.


📍 Onde aconteceu: As buscas ocorreram simultaneamente em Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante, Parnamirim e na capital, Natal.


O estopim para o aprofundamento das diligências foi um episódio alarmante: homens fortemente armados foram flagrados dentro da Câmara Municipal de Ielmo Marinho. Na ocasião, a polícia apreendeu munições de calibre restrito (.40 e .45), evidenciando o alto poder de fogo e a audácia do grupo.


A Operação Securitas, que conta com o apoio do Ministério Público (MPRN) e da Polícia Militar, segue em busca de documentos e dispositivos eletrônicos que possam detalhar a extensão dessa rede. O episódio do dinheiro “voando” pela janela do prefeito não apenas resultou na prisão, mas reforça a tese de embaraço à investigação.


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