quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

UMA DAS HERANÇAS QUE O DESGOVERNO DO PT ESTÁ DEIXANDO NO RN

 A falta de alimentação para profissionais da saúde em hospitais da rede estadual do RN voltou ao centro das denúncias do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde/RN), que aponta a paralisação da empresa terceirizada JMT e falhas no cumprimento de contratos de fornecimento de alimentos como causas da suspensão de refeições durante os plantões. Segundo o sindicato, a situação compromete as condições de trabalho dos servidores e ameaça a continuidade e a qualidade da assistência hospitalar.


De acordo com relatos encaminhados ao sindicato, profissionais da saúde estão enfrentando plantões extensos sem qualquer garantia de alimentação, situação que afeta diretamente as condições de trabalho e também coloca em risco a assistência prestada aos pacientes.


Hospitais afetados e causas apontadas

No Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, um aviso interno comunicou que a interrupção das refeições ocorreu em razão do descumprimento de entregas por parte dos fornecedores. Já em outras unidades, o Sindsaúde/RN afirma que a falta de alimentação está relacionada à greve da empresa JMT, motivada por atrasos nos pagamentos.


Até o momento, segundo o sindicato, há registros de denúncias nos seguintes hospitais:


Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel

Hospital Regional Alfredo Mesquita Filho

Hospital Regional Deoclécio Marques de Lucena

Hospital Regional Dr. Mariano Coelho

Hospital Regional Monsenhor Antônio Barros

Hospital Regional Lindolfo Gomes Vidal

Problema recorrente na rede estadual

Segundo o Sindsaúde/RN, a situação não é pontual. A entidade afirma que problemas envolvendo terceirização da alimentação e gestão contratual se repetem há anos na rede estadual de saúde. Para o sindicato, o cenário revela a incapacidade do governo Fátima Bezerra (PT) de garantir contratos regularizados, fiscalização eficaz e soluções duradouras para serviços considerados essenciais.


O sindicato classifica como inaceitável que as consequências da crise na terceirização sejam transferidas aos trabalhadores da saúde, destacando que alimentação é um direito básico e condição mínima para o exercício profissional em ambientes marcados por sobrecarga, estresse e risco constante.



Nenhum comentário:

Postar um comentário