O secretário de Saúde do Distrito Federal, Juracy Cavalcante, afirmou ao Metrópoles que, apesar dos cinco casos e uma morte confirmados do subtipo H3N2 do vírus influenza, a Gripe K, “não há evidências de aumento da gravidade dos casos nem de redução da proteção conferida pelas vacinas“.
Segundo o secretário, “a identificação do subtipo está dentro do comportamento esperado dos vírus respiratórios”. “Seguimos com monitoramento permanente, e a população pode permanecer tranquila, mantendo a vacinação em dia“, disse.
A Gripe K é o subclado K do subtipo H3N2 do vírus influenza. É uma infecção respiratória que circula todos os anos e sofre mudanças frequentes ao longo do tempo.
A influenza A se divide em subtipos, como H1N1 e H3N2, que continuam em circulação na população. Dentro desses subtipos, o vírus passa por pequenas alterações genéticas naturais, chamadas de mutações, que dão origem a linhagens e subclados, e é nesse contexto que surge a Gripe K.
Os sintomas são idênticos aos de uma gripe comum: febre, tosse, dores no corpo, coriza e mal-estar.
Não há evidências de que a Gripe K seja mais transmissível ou mais perigosa. Especialistas, porém, apontam que os públicos mais vulneráveis, como idosos, gestantes pessoas com doença cardíaca ou pulmonar, devem procurar atendimento médico se tiverem febre ou cansaço extremo. #colunagrandeangular
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🤳 hiloi/Getty Images
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