O relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, Alessandro Vieira (MDB-SE), quer ouvir Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. O parlamentar apontou “fundadas suspeitas” no contrato firmado entre o Banco Master e o escritório da esposa do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal).
Assim, na segunda-feira (2), protocolou os dois requerimentos que apontam o contrato com Viviane Barci de Moraes como “produto direto” das irregularidades. “Cronologia reforça a suspeita de manobras de estratificação patrimonial”, apontou no documento.
Logo, pediu a convocação da advogada para “prestar depoimento perante esta Comissão Parlamentar de Inquérito”.
O pedido de afastamento de Moraes é baseado no contrato firmado entre o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, e o Banco Master.
O acordo previa o pagamento de R$ 129 milhões ao longo de 36 meses, com parcelas mensais de aproximadamente R$ 3,6 milhões.
Então, o autor da denúncia sustenta que a conduta de Moraes configuraria conflito de interesses grave e manifesto; violação ao dever de decoro e moralidade e enriquecimento ilícito por meio de familiar.
Por fim, o contrato chamou atenção por envolver a instituição investigada por fraudes no sistema financeiro, contando com apoio do escritório Barci de Moraes.

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