O Ministério Público de Santa Catarina deu prazo de 20 dias para que a Polícia Civil refaça depoimentos e complemente o inquérito acerca de uma discussão na portaria de um condomínio na Praia Brava, em Florianópolis.
O órgão reforça que este procedimento não apura diretamente maus-tratos a animais nem a participação de adolescentes, mas apenas a situação envolvendo três adultos indiciados por coação no curso do processo e ameaça, durante a investigação relacionada à morte do cão Orelha e aos maus-tratos ao cão Caramelo.
Segundo a Polícia Civil, durante a discussão na portaria do condomínio foram mencionadas agressões e a morte de um cachorro.
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