O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto durante o ataque israelense a Teerã na madrugada deste sábado (28), conforme fontes informaram à imprensa internacional. A residência oficial do aiatolá ficou completamente destruída após bombardeio e Netanyahu diz ter “muitos sinais” de que Khamenei “não existe mais”.
Apesar disso, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, alega que o presidente e o líder supremo do Irã, Khamenei, estão “sãos e salvos”. A afirmação foi divulgada por rede de televisão norte-americana. O sistema governamental do Irã “está funcionando”, disse Baghaei.
A informação de que o líder supremo teria morrido é atribuída a altos funcionários israelenses e fontes ligadas ao regime. O comandante do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, general Mohammad Pakpour, e o ministro da Defesa, Amir Nasirzadeh, também teriam sido mortos.
Ali Khamenei era líder Supremo do Irã desde 1989, quando sucedeu o Aiatolá Khomeini. Anteriormente, ele também foi presidente do Irã de 1981 a 1989.
O presidente dos Estados Unidos, que também participa da ação militar, Donald Trump, pediu que iranianos tomem o governo do país. A ação militar, que começou neste sábado (28), será “ampla e contínua”, e Teerã “deve abaixar as armas ou enfrentar uma morte certa”, disse Trump em vídeo divulgado após bombardeios.
O presidente norte-americano afirmou, ainda, que “os membros da Guarda Revolucionária Islâmica, as Forças Armadas e todas as polícias” que se renderem terão total imunidade. Em mensagem ao povo do Irã, Donald Trump alega ter recebido pedidos de ajuda e promete que a “liberdade está em andamento”.
Jair Sampaio

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