O financiamento das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro envolve investimentos públicos, patrocínios privados e receitas próprias das agremiações. Para o Carnaval 2026, a Embratur, em parceria com a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) e com interveniência do Ministério da Cultura, garantiu um repasse federal de R$ 12 milhões, sendo R$ 1 milhão para cada escola. Segundo o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, o objetivo é fomentar o turismo e valorizar a cultura brasileira, sem interferir nas decisões artísticas.
Ele reforçou que a instituição não escolhe, não determina e não censura enredos, homenagens ou críticas feitas pelas escolas. O tema ganhou destaque após repercussões envolvendo a escola Acadêmicos de Niterói e homenagens relacionadas ao presidente Lula, gerando debates nas redes sociais.
Além do apoio federal, a Prefeitura do Rio contribui com R$ 24 milhões e o Governo do Estado com cerca de R$ 40 milhões, valores distribuídos igualmente. As escolas também arrecadam recursos com patrocínios, venda de ingressos, direitos de transmissão e eventos.
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