O escândalo do Banco Master deixou de ser apenas um caso financeiro e passou a expor tensões profundas entre instituições da República. As investigações apontam para um esquema bilionário, envolvendo ativos sem lastro, lobby político e tentativas de transferência de prejuízos para um banco público.
A condução do caso pelo Supremo Tribunal Federal, somada a decisões de sigilo e a episódios envolvendo ministros da Corte e do Tribunal de Contas da União, ampliou o desgaste da imagem do Judiciário e levantou questionamentos sobre limites, transparência e responsabilidade institucional.
Nos bastidores de Brasília, o temor é que o avanço das investigações revele conexões políticas capazes de afetar diretamente as eleições de 2026. A possível instalação de uma CPMI pode aprofundar o debate e transformar o caso em um dos principais temas do ano eleitoral, especialmente na disputa pelo Senado.

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