Fátima Bezerra (PT) vai deixar o governo em abril. Tarde demais. Um governo que fracassou em tudo que se propôs e se especializou no improviso, no atraso e no abandono.
O caos foi tão grande que ninguém quis assumir o mandato tampão. O vice declinou. O presidente da Assembleia tem outros planos. Sobra ao Judiciário organizar o vazio deixado por um governo que implodiu antes do fim.
Abandonar o Estado para disputar o Senado, deixando um rombo bilionário, é de uma irresponsabilidade monstruosa. O Rio Grande do Norte foi largado às traças, governado por um projeto esgotado, cercado por moscas e gerido por parasitas do poder, enquanto o povo pagou a conta. Caro!
O RN não precisa de salvadores de carreira, precisa de gestores. Outubro será o tribunal. Que o eleitor responda nas urnas ao que foi feito e, principalmente, ao que não foi. A Fátima resta o lugar de onde nunca deveria ter saído: o ostracismo político.
Que venham novos ventos. O povo potiguar precisa, urgentemente, voltar a respirar.
Adeus, Fátima. É que você não volte nunca mais!

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