terça-feira, 2 de dezembro de 2025

"A DESMORALIZAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS: O DIA EM QUE A FARDALHA VIROU CENÁRIO DE HUMILHAÇÃO NACIONAL

 "A DESMORALIZAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS: O DIA EM QUE A FARDALHA VIROU CENÁRIO DE HUMILHAÇÃO NACIONAL


O Brasil de 2025 entrará para a história como o primeiro país do mundo em que generais são presos não por corrupção, não por traição à pátria, não por vender segredos militares, mas por desafiarem o governo errado no momento errado. É a consagração do Estado que governa pela intimidação, pelo espetáculo e pelo medo, justamente o Estado que a esquerda jurava combater, mas agora opera com precisão cirúrgica contra aqueles que ousaram dizer não ao sistema.


Braga Netto, Heleno, Paulo Sérgio e Garnier não foram condenados por crime concreto, mas por narrativa. Por conveniência. Por vingança travestida de “justiça”. A Primeira Turma do STF assumiu para si o papel que não lhes pertence e transformou o julgamento em linchamento moral, com penas que mais parecem recados políticos do que decisões jurídicas. O país que antes temia golpe militar agora teme algo pior: um golpe branco, institucional, elegante, com toga e caneta.


É impossível olhar para as fotos e não sentir o peso simbólico da cena. Não é a imagem dos generais que está de joelhos. É a imagem das Forças Armadas como pilar de soberania nacional que está sendo arrastada para o centro da arena, exibida como troféu para a militância. É uma humilhação programada, meticulosamente construída para destruir qualquer chance de que o Brasil volte a ter uma caserna com respeito suficiente para impor limites ao poder político.


E a ironia maior é que não havia tanque na rua, não havia tropa mobilizada, não havia ameaça real de golpe. O que havia era um governo inseguro, acuado e que encontrou no medo o único caminho possível para se manter vivo, respirando. Foi o STF quem decidiu, na prática, criar “inimigos oficiais” e apresentar à população um palco onde só existe um lado permitido.


A esquerda comemora como se houvesse derrotado um exército inimigo. Mas quem perde, no fim, é a República. Porque quando o poder político consegue humilhar publicamente seus generais, arrancar suas patentes, difamar suas trajetórias e encarcerá-los sem o devido processo legal, não é força é perigo. É o tipo de precedente que transforma instituições inteiras em reféns e entrega ao governo o controle total sobre aquilo que deveria ser independente por natureza.


As Forças Armadas, que já não eram unanimidade, agora viraram bode expiatório oficial. Não há defesa possível em um ambiente onde o juiz é parte interessada, onde a prova vale menos que a narrativa, onde delação premiada virou roteiro de ficção e onde qualquer crítica ao sistema se transforma em “crime contra a democracia”. Democracia para quem? Para o povo? Claro que não. A democracia hoje pertence aos donos da caneta e aos donos da narrativa.


E o povo que trabalha, paga imposto e sempre viu na farda um símbolo de estabilidade observa de longe enquanto a autoridade militar brasileira é triturada para alimentar o projeto de poder de quem não tolera oposição. Não é justiça. É recado. É intimidação pública. É o tipo de episódio que regimes autoritários celebram com champanhe.


O Brasil testemunha não a queda dos militares, mas a queda da própria ideia de limite. Quando generais se tornam prisioneiros políticos de luxo, não é a força deles que se esvai,  é a força do país.


Agora eu quero saber de você: isso é “justiça democrática” ou é só mais um capítulo da perseguição que o sistema faz contra qualquer um que atrapalhe sua rota?"



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