Aliados políticos de Jair Bolsonaro reagiram à ordem de prisão preventiva expedida na manhã deste sábado (22). A medida foi solicitada pela Polícia Federal ao ministro Alexandre de Moraes sob a justificativa de garantia da ordem pública. A decisão citou riscos gerados pela convocação de uma vigília pelo senador Flávio Bolsonaro e a violação da tornozeleira eletrônica.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, criticou a ação e afirmou que o ex-presidente enfrenta injustiças. Ele declarou que retirar um homem de 70 anos de casa, desconsiderando seu grave estado de saúde, atenta contra a dignidade humana. Tarcísio defendeu a inocência de Bolsonaro e disse que lutará pela reparação do ato.
Romeu Zema, governador de Minas Gerais, classificou a transferência para a Polícia Federal como arbitrária e vergonhosa. Para ele, silenciar opositores configura abuso de poder e não justiça. O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, prestou solidariedade e afirmou estar ao lado do ex-presidente neste desafio.
No Senado, Ciro Nogueira destacou a fragilidade física de Bolsonaro, que exige cuidados constantes. O senador Sérgio Moro também citou as sequelas da facada sofrida em 2018 e argumentou não haver motivos para revogar a prisão domiciliar. Moro comparou a situação ao tratamento dado ao ex-presidente Collor, que teve garantias de saúde preservadas.
Entenda tudo clicando nos stories ou acesse o link da Bio.
#NovoNotícias #NovoJornalismo

Nenhum comentário:
Postar um comentário