Abertura do verão 2026, na toca do forró em ponta de salina Guamaré-RN.
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A reportagem do FOCOELHO entrou em contato com a Polícia Militar, que informou que não há registro oficial da ocorrência até o momento e nem não foi informada pela direção do hospital local. De acordo com a PM, o caso não foi denunciado formalmente, permanecendo, por enquanto, apenas no campo das especulações.
A vitima seria um homem conhecido por "Marrom". "Ele é um cara do bem, trabalhador, pintor industrial, um cara do bem". disse um popular ao Focoelho.
Ainda conforme comentários nas redes sociais, uma filha da suposta vítima teria se manifestado de forma bastante indignada em publicações no perfil atribuído à mulher citada no caso, o que contribuiu para aumentar a repercussão do assunto.
Sem o registro de boletim de ocorrência por parte da vítima, as autoridades destacam que não há providências legais a serem adotadas neste momento. O caso segue sem confirmação oficial.
Focoelho vai continuar acompanhado o caso.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu nesta terça-feira (6) que Jair Bolsonaro (PL) não será transferido de forma imediata para um hospital. O pedido havia sido feito após o ex-presidente relatar uma queda dentro da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde está detido, alegando a necessidade de exames médicos.
Na avaliação de Moraes, não há urgência que justifique a remoção do ex-presidente da unidade. O ministro determinou que a defesa apresente ao STF o laudo elaborado pela equipe médica da própria Polícia Federal e detalhe quais exames considera necessários, além de informar se eles podem ser realizados nas dependências da PF.
Mais cedo, Michelle Bolsonaro usou as redes sociais para relatar que o marido teria caído durante a madrugada, enquanto dormia, e batido a cabeça em um móvel dentro da cela.
O Departamento de Justiça (DOJ) dos Estados Unidos iniciou, nesta sexta-feira (7/11), investigação sobre a atuação das maiores empresas de processamento de carne que atuam no país. O frigorífico brasileiro JBS está entre as quatro multinacionais citadas no comunicado divulgado pela Casa Branca.
Além disso, o próprio presidente Donald Trump usou as redes sociais para se posicionar a respeito do caso.
Segundo ele, os frigoríficos estariam elevando artificialmente os preços da carne bovina “por meio de conluio ilícito, fixação de preços e manipulação de preços”.
O comunicado oficial da Casa Branca cita que a ação é parte de um esforço para “reprimir cartéis estrangeiros” e “restaurar a concorrência justa” no setor.
O documento menciona a multinacional brasileira JBS, além de Cargill, Tyson Foods e National Beef, que, juntas, segundo o governo norte-americano, dominam cerca de 85% do mercado de processamento de carne bovina dos Estados Unidos, um salto em relação aos 36% de participação em 1980.
Trump disse ainda que, enquanto o preço do gado tem caído “substancialmente”, o da carne embalada continua a subir. “Sabe-se que há algo de suspeito. Vamos descobrir a verdade muito rapidamente. Se houver crime, os responsáveis pagarão um preço alto”, declarou.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) avalia a possibilidade de enviar militantes à Venezuela em resposta à ofensiva militar dos Estados Unidos e à captura do ditador Nicolás Maduro, ocorrida no último sábado (3). A discussão ganhou força após reuniões virtuais que reuniram mais de 50 organizações da esquerda brasileira, que classificam a operação norte-americana como invasão e sequestro do presidente venezuelano.
Durante audiência em Nova York, Maduro e a esposa, Cilia Flores, negaram envolvimento em um suposto esquema de tráfico internacional de drogas e afirmaram ser inocentes das acusações. O venezuelano chegou a se declarar um “presidente sequestrado”. Para o MST, o processo ainda está em curso e exige mobilização política imediata, tanto no Brasil quanto, eventualmente, em território venezuelano.
Segundo a dirigente nacional do movimento, Ceres Hadich, o envio de militantes não está descartado, caso haja necessidade de atuação direta no país vizinho. Paralelamente, o MST articula manifestações em diversas capitais brasileiras, muitas delas em frente a embaixadas e consulados dos Estados Unidos, além de incluir o tema nos atos previstos para o dia 8 de janeiro. A prioridade, neste momento, seria denunciar as mortes, a intervenção estrangeira e a prisão de Maduro.
O tema também dividiu a esquerda em nova reunião realizada nesta segunda-feira (5), com a presença de dirigentes do PT, PSol, PCdoB, intelectuais e jornalistas. Enquanto setores como o PSol rejeitam defender Maduro, mas condenam a interferência externa, o PT e organizações como o MST mantêm apoio explícito ao líder venezuelano. Entre os participantes, houve divergências sobre a estratégia: atacar diretamente Donald Trump ou concentrar críticas na direita brasileira que apoia a ação dos EUA.
Fonte: Com informações do Metrópoles
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Choro e revolta marcaram o dia da família da jovem Gabriely Barbosa de Melo, de 19 anos, que morreu nesta segunda-feira (5) dias após ser internada com sequelas de uma suposta troca de medicação em uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) em Natal. O caso é investigado pelo município.
Avó de Gabriely, Maria Soares de Melo, disse que a família está abalada e espera a punição devida pelo suposto erro. Ela afirmou que o caso deverá ser judicializado pela família.
"Ir para a UPA em busca de de um cuidado médico, chegar andando e voltar dentro do caixão para dentro de casa é muito doloroso. Quero uma punição rigorosa, que seja judicializado, que todo mundo saiba o que a gente está sofrendo hoje", afirmou.
Gabriely era indígena da etnia Potiguara e, segundo a avó, o caso também foi comunicado a entidades como a Funai.
"Não parei de chorar. Desde que aconteceu, desde que chegou a notícia, toda família está assim abalada. A mãe dela, todo mundo, a família inteira está abalada. Ninguém esperava que acontecesse uma coisa dessa", pontuou.
Fonte: g1 rn
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retorna a Brasília diante da possibilidade de mudanças imediatas no primeiro escalão do governo. Dois ministros já manifestaram ao Planalto o desejo de deixar seus cargos: Ricardo Lewandowski, da Justiça, que pretende sair ainda nesta semana, e Fernando Haddad, da Fazenda, que sinalizou a saída até fevereiro.
Lewandowski comunicou a decisão ao presidente no fim do ano passado e, segundo interlocutores, demonstra cansaço diante da falta de apoio político do Planalto e das dificuldades de diálogo com o Congresso, especialmente em pautas como a PEC da Segurança Pública. Já Haddad avalia atuar na coordenação da campanha de reeleição de Lula, enquanto o PT discute lançá-lo ao governo de São Paulo ou ao Senado; na Fazenda, a tendência é que o secretário-executivo Dario Durigan assuma interinamente a pasta.
Fonte: @luizbacci
#PortalPacujaNews
De acordo com as primeiras informações, tudo teria começado quando quatro indivíduos — entre eles um motorista — chegaram a uma residência e teriam abordado, de forma suspeita, uma mulher que seria esposa de um cigano e que estava sozinha no imóvel. A situação rapidamente evoluiu para um confronto armado, com disparos sendo efetuados em via pública.
As imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento de tensão e reforçam a gravidade do episódio, que por pouco não terminou em tragédia maior. Até o momento, não há confirmação oficial sobre feridos ou prisões, e o caso deverá ser investigado pelas autoridades policiais.
O clima é de apreensão na cidade, e a população cobra respostas rápidas das forças de segurança diante da violência registrada. (Jair Sampaio)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a acompanhar com maior apreensão os movimentos recentes da política externa dos Estados Unidos após a ofensiva norteamericana na Venezuela e a captura de Nicolas Maduro.
Para diplomatas brasileiros, a ação vai além de uma mudança de regime ou de interesses ligados ao petróleo do país vizinho e sinaliza um novo reposicionamento estratégico de Washington na América Latina.
Segundo fontes do governo brasileiro, o episódio se insere em uma estratégia mais ampla adotada pelo governo Donald Trump desde novembro, que prevê o ajuste da presença militar global dos EUA para “enfrentar ameaças urgentes”, com foco renovado no Hemisfério Ocidental.
Nesse desenho, áreas consideradas menos relevantes nas últimas décadas perderiam prioridade, enquanto a América Latina passaria a ocupar papel central na agenda de segurança e prosperidade norte-americana.
Auxiliares de Lula afirmam que o presidente teme que essa orientação tenha reflexos diretos sobre o Brasil, especialmente no contexto da eleição presidencial de 2026.
Na avaliação do Palácio do Planalto, haveria risco de interferência externa para favorecer a vitória de um candidato de direita ou de extrema-direita.
João Marcolino
Em 2025, o Brasil condenou e prendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro, que supostamente teria tentado dar um golpe de Estado após as eleições de 2022, tentando subverter o processo democrático e ameaçar as instituições do país. A prisão foi vista como necessária para proteger a Constituição e responsabilizar quem atentou contra a democracia. Na Venezuela, Nicolás Maduro consolidou seu poder por meio de um golpe de Estado, mantendo o regime autoritário e reprimindo opositores. Em janeiro de 2026, os Estados Unidos capturaram Maduro e sua esposa, que serão julgados por envolvimento em narcotráfico e crimes relacionados, acusação que motivou sua prisão pelos EUA.
O contraste evidencia contradições no discurso político: enquanto a esquerda brasileira exige a prisão de Bolsonaro para proteger a democracia, defende que Maduro não seja punido, mesmo após golpe de Estado e ligação com o narcotráfico, levantando debates sobre coerência e aplicação da lei em casos de líderes controversos.
Segundo informações preliminares, a vítima de nome JOBERT RIBEIRO DA SILVA, foi atingida e morreu ainda no local. A Polícia Militar foi acionada e realizou o isolamento da área, preservando a cena do crime.
O Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) foi comunicado e aguarda-se a chegada da equipe para a remoção do corpo, que será encaminhado à sede do órgão para os procedimentos legais. A Polícia Civil deverá iniciar as investigações para apurar a autoria e a motivação do homicídio.
Maduro enfrenta um indiciamento federal dos EUA com quatro acusações principais, que incluem:
Conspiração de narco-terrorismo;
Conspiração para importação de cocaína;
Posse de armas e dispositivos destrutivos;
Vínculo com redes de tráfico internacional de drogas.
Segundo o processo, Maduro e seus aliados teriam usado autoridade estatal venezuelana para facilitar o transporte de cocaína para os Estados Unidos, inclusive com supostos vínculos a cartéis e grupos ilegais — acusações que ele negou veementemente.
Maduro foi capturado em uma operação militar dos EUA em sua residência em Caracas, na madrugada de sábado (3). Em seguida, foi rapidamente transferido para os Estados Unidos e levado ao Centro Metropolitano de Detenção (MDC) no Brooklyn, de onde foi transportado para a audiência em Manhattan.
Além de negar a responsabilidade pelos crimes, Maduro afirmou em tribunal e fora dele que:
Foi “sequestrado” pelos EUA na operação que o prendeu em Caracas.
É um “prisioneiro de guerra” e permanece como presidente legítimo da Venezuela.
Durante os levantamentos iniciais, relatos de populares indicaram com quem a vítima teria estado por último na noite anterior. Com base nessas informações, as forças de segurança iniciaram diligências que resultaram na localização e apreensão do principal suspeito do crime.
O homem suspeito de efetuar as cutiladas de faca foi identificado, trata-se de Francisco Edson Canindé da Silva, vulgo "Noca", de nome foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Lajes, onde foi ouvido pelo delegado de plantão. Durante o procedimento, ele confessou a autoria do homicídio e permaneceu à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação para a completa elucidação dos fatos.
Focoelho
Segundo informações apuradas no local, o motociclista seguia pela via no sentido área central da cidade quando acabou se envolvendo em uma colisão com um carro de passeio, um Volkswagen Gol de cor preta, que trafegava na direção de Ipanguaçu. O impacto aconteceu em uma curva do trecho, atingindo a lateral dianteira do veículo.
Com a batida, o condutor da motocicleta foi arremessado ao chão, sofrendo escoriações e reclamando de dores pelo corpo. A identidade da vítima ainda não havia sido divulgada até o fechamento desta matéria. Ele aguardava atendimento da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
O motorista do carro permaneceu no local e prestou esclarecimentos, conforme relataram testemunhas. Moradores e condutores que passam pela região voltaram a chamar atenção para os perigos da estrada do Rio Açu, que já havia registrado outro acidente em menos de 48 horas, reacendendo o alerta sobre a necessidade de mais prudência e atenção dos motoristas no trecho.
Focoelho
A vítima foi identificada como Geysevam Cristian Rocha da Silva, de 26 anos. Ele foi surpreendido e executado com vários disparos de arma de fogo enquanto estava em via pública. Segundo informações repassadas pelas forças de segurança, os autores do crime chegaram ao local em uma motocicleta e fugiram logo após os tiros.
Geysevam não teve qualquer possibilidade de reação e morreu antes da chegada do socorro. Informações preliminares apontam que ele utilizava tornozeleira eletrônica e respondia a um processo judicial relacionado à Lei Maria da Penha.
A Polícia Militar foi acionada e realizou o isolamento da área para garantir a preservação da cena do crime. Em seguida, equipes da Polícia Científica do Rio Grande do Norte (PCI-RN) efetuaram os procedimentos de perícia e remoção do corpo.
A motivação e a autoria do homicídio ainda são desconhecidas. O caso ficará sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que dará continuidade às investigações. (fimdalinha).
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