quarta-feira, 26 de março de 2025

Após virar réu, Bolsonaro nega decreto de golpe de Estado

 

Após virar réu, Bolsonaro nega decreto de golpe de Estado

Logo após virar réu por tentativa de golpe de Estado, o ex-presidente Jair Bolsonaro tentou se defender, nesta quarta-feira (26), negando que tenha articulado a minuta para um golpe com os comandantes das Forças Armadas para suspender as eleições de 2022, conforme sustenta a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR).

“Antes de uma hipotética assinatura de um decreto de um Estado de Defesa, como está no artigo 136 da Constituição, o presidente da República tem que convocar os conselhos da República e da Defesa. Aí seria o primeiro passo. Não adianta botar um decreto na frente do presidente e assinar. Não convoquei os conselhos, nem atos preparatórios houve para isso”, destacou o ex-presidente.

Sem responder aos questionamentos dos jornalistas, Bolsonaro falou por 50 minutos em frente ao Senado, em Brasília, ao lado de aliados no parlamento, logo após o resultado do julgamento da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que o tornou réu hoje.

O ex-presidente voltou a sugerir, sem provas, que as urnas eletrônicas não são seguras, afirmou que é um perseguido e criticou o ministro do STF, Alexandre de Moraes.

A denúncia da PGR contra Bolsonaro sustenta que o ex-presidente realizou uma reunião no dia 7 de dezembro de 2022, no Palácio da Alvorada, com os comandantes do Exército, Aeronáutica e Marinha, onde teria sido apresentada a minuta do golpe para suspender as eleições, o que consolidaria uma ruptura democrática na visão do Ministério Público.

A denúncia afirma que o comandante da Marinha, Almir Garnier, teria topado o golpe, sendo a proposta rejeitada pelos demais comandantes. Ainda segundo a PGR, Bolsonaro tinha um discurso pronto para após o golpe encontrado na sala dele na sede do Partido Liberal (PL).

Ao comentar o julgamento que o tornou réu, o ex-presidente Bolsonaro argumentou que os comandantes militares jamais embarcariam em uma “aventura” de golpe de Estado. Disse ainda que “discutir hipóteses de dispositivos constitucionais não é crime”, em referência à minuta de Estado de Sítio ou de Defesa que tem sido interpretada pela PGR com o ato decisivo para o golpe de Estado.

Nesse momento, um jornalista questionou: “Então o senhor discutiu [sobre o decreto]?”. Após encarar o repórter, Bolsonaro disse que não iria “sair do sério”.

“Acho que a maioria já aprendeu aqui como é que eu ajo. Se quiser tumultuar com você, vamos embora”, retrucou. Durante seu governo, era comum o ataque do então presidente a jornalistas nas coletivas de imprensa.

Perseguido

O ex-presidente ainda reforçou a versão que vem sustentando desde o início das investigações, de que é uma vítima de perseguição política e de que o Brasil não seria mais uma democracia.

Em uma rede social, Bolsonaro disse que o querem julgar rapidamente para evitar que “chegue livre às eleições de 2026”, apesar dele já estar inelegível até 2031.

“A comunidade internacional acompanha de perto o que está acontecendo no Brasil. Juristas, diplomatas e lideranças políticas já reconhecem o padrão: é o mesmo roteiro que se viu na Nicarágua e na Venezuela”, afirmou.

O discurso de que o Brasil estaria perseguindo opositores tem sido questionado por especialistas, que avaliam ser uma estratégia de defesa dos apoiadores de Bolsonaro para se livrar das acusações de golpe de Estado.

O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), contrariou essa versão e tem defendido que o Brasil segue com uma democracia, sem perseguições políticas ou censuras.

Agência Brasil

Guamaré firma parceria com CREA-RN para fortalecer fiscalização e gestão pública

 

Guamaré firma parceria com CREA-RN para fortalecer fiscalização e gestão pública

Com essa iniciativa, Guamaré se consolida como um município que investe em tecnologia, transparência e boas práticas na gestão pública, beneficiando diretamente seus cidadãos.

Guamaré firma parceria com CREA-RN para fortalecer fiscalização e gestão pública
Guamaré firma parceria com CREA-RN para fortalecer fiscalização e gestão pública (Foto: Reprodução)

A Prefeitura de Guamaré deu um passo importante para a modernização da gestão pública ao oficializar, nesta terça-feira (25), a adesão ao Acordo de Cooperação Técnica firmado com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte (CREA-RN).

A cerimônia de assinatura contou com a presença do presidente do CREA-RN, Roberto Wagner, do prefeito Hélio Willamy, da vice-prefeita Clécia de João Pedro e do secretário municipal de Tributação, Shaolyn Cirino.

Com essa parceria, a Prefeitura e o CREA-RN irão compartilhar informações estratégicas, garantindo uma fiscalização mais eficiente de obras e serviços nas áreas de engenharia, agronomia e geociências. O objetivo é assegurar o cumprimento da legislação e, principalmente, promover mais segurança para a população.

Além disso, a adesão ao acordo também integra Guamaré ao Painel Arrecada Mais, ferramenta do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) que aprimora a análise de arrecadação tributária municipal. Com isso, o município ganha mais transparência e eficiência na gestão fiscal, permitindo uma melhor aplicação dos recursos públicos.

Para o presidente do CREA-RN, Roberto Wagner, essa colaboração é um avanço significativo:

"Os municípios que aderem ao Acordo contam com suporte técnico especializado, fiscalização mais qualificada e a possibilidade de acesso à ART Social, um programa que viabiliza registros por taxas reduzidas para prefeituras que atuam em áreas de interesse social. Isso demonstra o impacto positivo que a engenharia pode ter na qualidade de vida da população.”

O prefeito Hélio Willamy destacou que essa adesão reforça o compromisso da gestão com a legalidade e a inovação na administração pública:

"Estamos sempre buscando modernizar nossos processos e garantir que a fiscalização seja justa e eficiente. Com essa parceria, fortalecemos a arrecadação, aumentamos o controle e asseguramos que os recursos públicos sejam aplicados da melhor forma possível."

Com essa iniciativa, Guamaré se consolida como um município que investe em tecnologia, transparência e boas práticas na gestão pública, beneficiando diretamente seus cidadãos.

Rádio Nova Litorânea, Guamaré-RN 

Mulher é presa suspeita de matar companheiro envenenado no interior do RN

 


Testemunhas afirmam que a vítima já tinha sofrido tentativas de homicídio praticadas pela mesma pessoa

Policiais civis da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de Parnamirim deram cumprimento, nesta terça-feira (25), a um mandado de prisão temporária em desfavor de uma mulher de 47 anos, investigada pela morte de Givanilson dos Santos Grilo, ocorrida no dia 22 de fevereiro de 2025, na praia de Pirangi, na cidade de Parnamirim.

De acordo com as investigações, a vítima havia saído do trabalho para realizar outros serviços na região quando passou mal, caiu no chão e entrou em estado de agonia, vindo a óbito no local. Após a conclusão dos laudos periciais, foi constatado que a causa da morte foi envenenamento por uma substância do tipo pesticida.

A perícia confirmou ainda que o veneno foi colocado na refeição da vítima, popularmente conhecida como “quentinha”. Diante disso, a linha investigativa passou a apontar a companheira da vítima como principal suspeita.

Testemunhas ouvidas ao longo da investigação relataram que a mulher já havia ameaçado a vítima em outras ocasiões, além de episódios anteriores em que ela teria esfaqueado e até tentado atear fogo no companheiro após discussões. Diante dos elementos reunidos, a Polícia Civil do Rio Grande do Norte representou pela prisão temporária da investigada, que foi cumprida nesta terça-feira. A suspeita encontra-se à disposição da Justiça.

A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.

Focoelho 

A primeira turma do supremo tribunal federal (STF) formou maioria para tornar réus o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete aliados

 

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para tornar réus o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete aliados dele por tentativa de golpe de Estado em 2022.
Os votos foram dos ministros Alexandre de Moraes (relator), Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Agora, os acusados passarão a responder a um processo penal — que pode levar a condenações com penas de prisão.
Sobre a denúncia apresentada no último mês pela Procuradoria-Geral da República (PGR), Alexandre de Moraes alegou que "não há então dúvidas de que a procuradoria apontou elementos mais do que suficientes, razoáveis, de materialidade e autoria para o recebimento da denúncia contra Jair Messias Bolsonaro". As informações são do Diário do Nordeste
O relator votou para que Bolsonaro também responda, na condição de réu no Supremo, aos crimes de organização criminosa armada, dano qualificado pelo emprego de violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. Se somadas, todas as penas superam os 30 anos de cadeia.
Veja quem são os denunciados​
● Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
● Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin;
● Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
● Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;
● Augusto Heleno, ex-ministro do GSI;
● Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência;
● Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;
● Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil de Bolsonaro.
Os acusados passarão a responder a um processo penal — que pode levar a condenações com penas de prisão.
Denúncia da PGR
No mês passado, Bolsonaro e mais 33 foram denunciados pelo procurador-geral, Paulo Gonet, pelos crimes de golpe de Estado e tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito, bem como de dano qualificado pelo emprego de violência e grave ameaça, depredação de patrimônio tombado e organização criminosa armada.
Pela narrativa da PGR, os atos golpistas começaram em meados de 2021, com ataques às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral, visando à criação da animosidade na sociedade e o clima para que Bolsonaro pudesse se manter no poder mesmo com derrota em sua tentativa de reeleição.
A tentativa de golpe se encerrou somente com os atos violentos de 8 de janeiro, segundo a narrativa da PGR, que acusou o chamado "núcleo crucial" do golpe, composto por Bolsonaro e outros sete civis e militares, de terem participação por sua contribuição nos ataques aos prédios públicos.
É a primeira vez que um ex-presidente eleito se tornou réu por crimes contra a ordem democrática estabelecida com a Constituição de 1988.

Homem incendeia moto apreendida sobre caminhão-guincho da PRF em Araripina, PE

 

Foto: PRF Araripina-PE

Na tarde desta terça-feira (25), em Araripina-PE, um homem revoltado após ter sua motocicleta apreendida ateou fogo na moto que estava em cima do caminhão-guincho da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O incidente ocorreu em frente à Delegacia de Polícia Civil do município e resultou em um incêndio que atingiu outras motos apreendidas e o próprio caminhão.

De acordo com testemunhas, o homem, indignado com a apreensão subiu no caminhão e incendiou sua própria motocicleta. O fogo rapidamente se alastrou para outros veículos que estavam sobre o guincho, causando grandes chamas e muita fumaça no local.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter o incêndio, mas, ao chegarem ao local, as chamas já haviam causado estragos consideráveis. Segundo informações preliminares, várias motocicletas foram destruídas e o caminhão da PRF sofreu danos significativos.

Fonte: Araripina em Foco

terça-feira, 25 de março de 2025

STF deixa para quarta decisão que pode tornar réus Bolsonaro e aliados

 

Foto:Gustavo Moreno/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir na manhã de quarta (25//3) se torna réus o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete aliados em ação sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, vencidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retomaram, na tarde desta terça-feira (25/3), sessão para avaliar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Pela manhã, houve manifestação do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e da defesa dos denunciados. Bolsonaro decidiu assistir presencialmente ao julgamento e está sentado em frente ao relator do processo, ministro Alexandre de Moraes.

O julgamento ocorreu sem maiores problemas pela manhã, mas o advogado de um denunciado que não está sendo julgado nesta terça tentou forçar sua entrada no plenário e chegou a ser detido por desacato.

Nesta quarta, o julgamento volta com o voto do ministro Alexandre de Moraes e dos demais membros da Primeira Turma sobre aceitar ou não a denúncia.

METRÓPOLES

Polícia conclui investigação sobre morte de candidata a vereadora no RN e indicia suspeito por homicídio culposo

 

Foto:reprodução

A Polícia Civil concluiu nesta terça-feira (25) a investigação sobre a morte da candidata a vereadora Edivania Bezerra de Freitas, de 44 anos, no município de Venha-Ver, no interior do Rio Grande do Norte, e indiciou o único suspeito por homicídio culposo.

Edivania foi encontrada morta em 9 de agosto do ano passado em uma zona rural da cidade. Ela estava debaixo do carro e dentro de um barreiro de água. Um homem que estava com ela no momento da morte foi preso pela Polícia Civil no mesmo dia, por volta das 11h, em Icó, no Ceará.

Segundo a polícia, uma reprodução simulada constatou que o ocorrido no local foi um acidente e não um homicídio doloso.

O laudo do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) apontou que a vítima não apresentava sinais de violência física, tendo o óbito sido causado por asfixia e afogamento.

Homicídio culposo

O suspeito do crime foi indiciado por homicídio culposo, segundo a Polícia Civil, por estar sob efeito de álcool conduzindo um veículo com condições mecânicas inadequadas, o que resultou no acidente.

 

As investigações apontaram que a vítima tinha uma relação com o suspeito, que estava com ela no dia do acidente.

Segundo a polícia, em mensagens de áudio enviadas à família, o investigado afirmou que o carro havia se deslocado sozinho e atingido Edivania após eles pararem o veículo no local. Ele alegou ainda ter tentado socorrê-la, sem êxito.

Durante a investigação, segundo a polícia, relatos da irmã da vítima confirmaram que o veículo, de propriedade do suspeito, apresentava falhas no sistema de freio de mão, o que poderia ter contribuído para o ocorrido.

G1

Tentativa de assalto a carro-forte termina em tiroteio, roubo de veículo e duas pessoas feridas, em Campina Grande-PB

 



Um grupo de criminosos tentou roubar um carro-forte em uma agência bancária no bairro da Prata, em Campina Grande, na manhã desta terça-feira (25).

De acordo com informações da Polícia Militar, a situação teve início quando um carro-forte chegou ao local para abastecer os caixas eletrônicos. Um grupo de suspeitos, armados e a bordo de um veículo de passeio, se aproximou e anunciou o assalto.

Sem a possibilidade de seguir na mesma direção, os assaltantes tentaram roubar um carro na esquina próxima da agência, mas não conseguiram. Em seguida, eles correram até outra esquina, onde conseguiram roubar um veículo de uma motorista que estava no local.

No trajeto entre o anúncio do assalto e o roubo do veículo, os suspeitos dispararam tiros em diversas direções. As pessoas que estavam trafegando pela região buscaram segurança dentro de academia e clínicas.

Dois seguranças do carro-forte ficaram feridos, sendo um de 45 anos e outro de 31 anos de idade. As vítimas foram socorridas para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, receberam atendimento e estão em observação. O quadro clínico deles é considerado estável.

A agência alvo dos criminosos foi danificada pelos disparos.

A Polícia Civil segue investigando o caso, mas ainda não conseguiu confirmar se o primeiro carro utilizado pelos suspeitos era roubado ou não.

Os suspeitos ainda não foram localizados. Imagens de circuito de segurança serão utilizadas para auxiliar na identificação do grupo

Focoelho 

Advogado é detido por desacato após gritar em julgamento de Bolsonaro no STF

 

(Foto: Reprodução)

Nesta terça-feira (25), o advogado e ex-desembargador Sebastião Coelho foi detido por gritar durante o julgamento da denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete acusados de tentativa de golpe de Estado no Supremo Tribunal Fedetal (STF).

Desembargador aposentado, Sebastião Coelho atualmente atua como advogado e representa Filipe Martins, ex-assessor de Jair Bolsonaro. Martins também é acusado de envolvimento na tentativa de golpe de Estado, mas seu caso não está entre os analisados nesta semana.

Segundo STF, era necessário credenciamento

"Havia orientação de credenciamento prévio por parte de advogados para participar da sessão da Primeira Turma. Aos advogados das partes e às partes é permitido acesso livre, mas os demais tinham que encaminhar os nomes. Por isso, o desembargador aposentado foi encaminhado para acompanhar da segunda turma, e se recusou", explicou o STF em nota à imprensa.

Coelho foi detido por "flagrante delito por desacato e ofensas ao tribunal" e foi liberado após o registro da ocorrência. O tumulto ocorreu no momento final da leitura do relatório do ministro Alexandre de Moraes.

Diante da situação, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, determinou o registro do boletim de ocorrência. Apesar de não integrar a Primeira Turma, Barroso acompanhou o julgamento no prédio do Supremo.

Após a retirada do advogado do local, o ministro retomou a leitura e concedeu a palavra ao procurador-geral da República, Paulo Gonet. A análise do inquérito prosseguiu.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acompanha o julgamento que pode torná-lo réu por tentativa de golpe de Estado no prédio do próprio Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira, 25

 

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acompanha o julgamento que pode torná-lo réu por tentativa de golpe de Estado no prédio do próprio Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira, 25. Ele está na primeira fileira, ao lado dos advogados Cezar Vilardi e Paulo Cunha Bueno.
Bolsonaro chegou a Brasília nesta manhã, num voo partindo de São Paulo às 6h30, e se dirigiu ao STF, onde a Primeira Turma vai analisar a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente e outros sete aliados. O colegiado é formada por cinco dos 11 ministros do Tribunal.
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Mais cedo, ele compartilhou com seus contatos mais próximos no WhatsApp uma mensagem em que diz nunca ter tramado golpe de Estado e que tentam condená-lo pelo 8 de Janeiro ainda que ele não estivesse no Brasil naquela data. Ao fim, diz "confiar na Justiça".
Apesar de haver 34 pessoas denunciadas pela PGR no inquérito do golpe, somente o ex-presidente Jair Bolsonaro e outras sete estão incluídas na pauta de julgamento do STF nesta terça-feira. Isso ocorre pelo "fatiamento" da denúncia. Para acelerar a análise da ação penal, a PGR dividiu os denunciados em núcleos de atuação. As informações são do Estadão
O primeiro dos núcleos a ser julgado é chamado pela PGR de "núcleo crucial". "Deles partiram as principais decisões e ações de impacto social" para a tentativa de golpe, afirmam os procuradores.
O julgamento desta terça analisará a abertura de ações penais contra Bolsonaro, Walter Braga Netto (ex-ministro da Defesa e Casa Civil), Augusto Heleno (ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional), Alexandre Ramagem (ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência), Anderson Torres (ex-ministro da Justiça), Almir Garnier (ex-comandante da Marinha), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa) e Mauro Cid (ex-ajudante de ordens da Presidência).
De acordo com as investigações, a trama golpista começou a ser planejada mais de um ano antes do pleito de 2022, com o uso indevido de órgãos públicos para a coleta de informações para tirar a credibilidade do sistema eleitoral brasileiro.

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Vitima.

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